Câmara de Albufeira negoceia terreno para o futuro quartel dos Bombeiros

pub

O futuro quartel dos Bombeiros de Albufeira deverá ficar situado na zona de Vale Paraíso. Segundo revelou o presidente da Câmara, em entrevista conduzida por Jorge Magalhães, no programa Pedra de Toque, da Rádio Solar, a autarquia está, nesta altura, a negociar a aquisição de um terreno aí situado para nele ser construído o equipamento.

Trata-se de “uma zona central, nevrálgica e com boas vias de comunicação”, pelo que, na opinião de José Carlos Rolo, se justifica que o novo quartel dos Bombeiros seja aí edificado. No entanto, quando isso acontecer, o actual não vai fechar por completo, funcionando como uma espécie de ‘posto avançado’ dos soldados da paz, de forma a que possam acorrer mais rapidamente a qualquer problema ou emergência que surja no centro da cidade.

Duas áreas prioritárias assumidas pelo homem que ficou ao leme da autarquia após o falecimento de Carlos Silva e Sousa são o fomento da habitação social e uma maior e melhor intervenção ao nível dos espaços públicos.

A falta de habitação é uma carência que o autarca detecta no concelho, pelo que pretende avançar com projectos que permitam a disponibilização de mais casas a preços razoáveis, de forma a “minimizar-se esse problema”.

Quanto aos espaços públicos, lembra que, nos últimos anos, foi realizado um investimento grande, na ordem dos 16 milhões de euros, sobretudo em intervenções de pavimentações e repavimentações, mas ainda há muito trabalho por fazer. José Carlos Rolo diz que “temos várias vias de comunicação em relativo mau estado e que carecem de ser urgentemente requalificadas”.

Admite que a autarquia não faz, nos espaços públicos, as pequenas e médias intervenções de manutenção e reparação com a frequência que seria ideal por haver falta de assistentes operacionais (pedreiros, carpinteiros, electricistas, entre outros). Ao longo dos anos, muitos dos trabalhadores que faziam esse tipo de trabalhos foram-se reformando e tem sido complicado contratar quem os substitua.

José Carlos Rolo dá o exemplo de concurso que foi aberto para a admissão de 4 motoristas em que “só concorreram duas pessoas” e apenas uma apareceu para realizar as provas de admissão. Atribui essa circunstância, por um lado, ao facto de haver um aumento das ofertas de emprego no sector privado, em especial, no turismo e, por outro, por os ordenados que a autarquia paga serem relativamente baixos e estarem definidos a nível central, pelo que não é possível dar incentivos financeiros para cativar as pessoas e reforçar o seu quadro de pessoal.

A entrevista completa pode ser ouvida aqui.

  Leia também:

Ofertas de emprego da semana

Vento forte deixa rasto de destruição

Dois feridos graves em acidente

(Visited 1.224 times, 1 visits today)
pub
pub
ViladoBispo_Banner_Fev
pub

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *