Lagoa pode não avançar com a taxa turística

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Apesar de, juntamente com 14 outros autarcas, ter aprovado, em reunião da Comunidade Intermunicipal do Algarve (CI-AMAL), um documento que prevê o lançamento da taxa turística, o presidente da Câmara de Lagoa não garante que a medida venha a ser aplicada no seu concelho.

Francisco Martins explicou ao deputados municipais, na sessão de ontem à noite da Assembleia Municipal, que o documento em causa apenas fixa as bases e valor a cobrar pelos municípios que entendam avançar com a taxa turística, mas que a decisão final vai caber a cada um deles.

No seu caso, assumiu ter “algumas reticências” em relação à implementação da medida, pelo que o que vai fazer é o levantamento de todas taxas e impostos a que estão sujeitas as empresas do concelho e avaliar as consequências que resultarão do eventual lançamento de mais esta taxa.

Em declarações posteriores ao «Algarve Marafado», o autarca referiu que esse processo vai avançar e que não deverá ficar concluído antes de abril do próximo ano, só então devendo o município que lidera tomar uma decisão.

Recorde-se que o documento aprovado na AMAL por 15 presidentes de Câmara (a de Silves assumiu oposição à implementação da medida) propõe aos municípios a implementação de uma taxa turística no valor de 1,5 euros por turista, a aplicar ao longo de 8 meses, de março a outubro, nos primeiros sete dias de estadia.

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