Retoma do imobiliário enche os cofres da Câmara de Lagoa

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A avaliar pelas receitas do Imposto Municipal sobre a Transmissão Onerosa de Imóveis (IMT) arrecadadas pela Câmara, no  ano passado, o sector imobiliário no concelho de Lagoa esteve em actividade frenética.

Segundo se pode ler no Relatório de Gestão de 2015, recentemente aprovado, a Câmara de Lagoa facturou 8,3 milhões de euros de IMT (imposto que incide sobre a venda de imobiliário), um valor superior em 3,4 milhões (+ 70%) ao que havia conseguido em 2014. Contas bem feitas, isso significa que, só por esta via, em média, entraram, mensalmente, nos cofres da autarquia perto de 700 mil euros.

O IMT teve um peso enorme no aumento das receitas totais da autarquia em comparação com o ano anterior. De acordo com a Demonstração de Resultados, em 2015, as receitas operacionais (as que resultam da actividade normal da Câmara, sem receitas extraordinárias ou financeiras) tiveram um acréscimo de quase 4,2 milhões. Ora, tendo as do IMT subido 3,4 milhões, isso significa que representam quase 80% do total do acréscimo das receitas.

Pelo menos nos últimos seis anos, nunca a Câmara de Lagoa arrecadou tanto dinheiro em impostos e taxas. Até 2014, o normal era que registasse valores entre os 13 e 14 milhões e, em 2015, ‘disparou’ até aos 18,6 milhões.

A ‘culpa’ maior para isto é do aumento da venda de casas e das receitas do IMT que daí resultam para a autarquia. Entre 2010 e 2014, esta rubrica registava valores anuais que iam dos 3,7 aos 5,9 milhões enquanto que, no ano passado, chegou aos 8,3 milhões.

Mas também as receitas do IMI estão a ter uma tendência ascendente nos últimos anos, tendo passado de 8,4 milhões em 2013 para 9,3 milhões em 2015.

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