Livros contam vida e obra de dois fotógrafos ilustres

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O auditório do Museu de Portimão foi palco, na Quarta-feira, 18 de Maio, do lançamento de dois livros sobre os fotógrafos Vitorino Dias e Francisco Oliveira, da autoria de Carlos Osório e com edição da ‘Arandis Editora’.

O local de apresentação foi o mais adequado, uma vez que, revelou o autor, o “flash” que haveria de levá-lo a escrever os livros surgiu, exactamente, no Museu de Portimão, ao visitar, há alguns anos, uma exposição temática dedicada aos dois fotógrafos.

Carlos Osório gostaria que as duas obras fossem apenas uma peça de um “um puzzle gigante que está por montar, um portal que reunisse  o acesso aos acervos de imagens fotográficas que contassem uma parte da história do Algarve dos últimos 120 anos”.

A importância da arte fotográfica foi referida pelo director do museu, José Gameiro, que destacou o facto de nos permitir “assistir às transformações das comunidades e sociedades”. No caso dos dois fotógrafos homenageados através destas edições, mostra-se orgulhoso por o museu ser a casa onde estão guardadas as respectivas fotografias, que revelam muito da vida portimonense ao longo do tempo.

Uma ideia que é partilhada pela presidente da Câmara de Portimão, Isilda Gomes, que exalta a forma como através da fotografia se preserva a memória das terras – neste caso, a de Portimão – e é uma forma de dar a conhecer o seu passado e evolução às novas gerações. Sem elas seria quase impossível “explicar a um jovem de 20 ou mesmo de 30 anos como era Portimão há meio século”. Sem elas, acha que seria muito difícil levá-los a acreditar, por exemplo, que há bem poucas décadas “a estrada que liga esta zona à Praia da Rocha era de terra batida e que junto a ela não havia nada construído”.

A apresentação das obras coube a Maria João Raminhos Duarte que as qualificou como “valiosos documentos históricos e humanos que traçam um vasto panorama de duas épocas e das respectivas inquietações de duas gerações de fotógrafos”.

O livro “Fonseca Dias – Fotógrafo de Vila Nova de Portimão” relembra a vida e obra do homem que viveu entre 1874 e 1959 e que fotografou muito do que de mais relevante aconteceu na cidade barlaventina na primeira metade do século XX.

A outra obra apresentada, “Francisco Oliveira – Um Fotógrafo de Portimão”, resulta da tese de mestrado que Carlos Osório apresentou e defendeu na Universidade do Algarve e contou com a presença do ilustre fotógrafo na primeira fila.

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