Prisão preventiva para homem apanhado a atear fogo na Fóia

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Vai ficar em prisão preventiva, a aguardar julgamento, o homem que, no Sábado, foi apanhado por dois militares da GNR a atear um fogo na Fóia e que é suspeito de, nesse dia, ter dado início a aos incêndios que deflagraram nos concelhos de Portimão e Monchique.

A decisão foi tomada esta Segunda-feira, 5 de Setembro, pelo juiz de Instrução Criminal do Tribunal de Portimão, que ouviu o arguido e os argumentos da Polícia Judiciária e Ministério Público.

O juiz terá, assim, considerado que havia probabilidade do homem poder continuar a desenvolver acções criminosas do género e, por outro lado, terá levado em conta o alarme social que este caso tem levantado, daí se justificando a determinação da medida de coacção mais penalizadora.

Devido aos incêndios que o homem terá provocado, mais de 400 bombeiros tiveram de ser colocados, em determinadas fases, em plena serra de Monchique, a dar luta às chamas.

Na altura em que o juiz determinava a prisão preventiva, ainda se mantinham na zona 287 operacionais, apoiados por 100 viaturas e 2 meios aéreos, a levar a cabo as acções de rescaldo e a prevenir eventuais reacendimentos.

Arguido “confessou os factos”

O Ministério Público de Faro lançou, entretanto, uma nota, através da qual confirma a decisão do juiz de decretar a prisão preventiva do detido.

De acordo com esta informação, o juiz deu como fundamento para a decisão, o “perigo de continuação da actividade criminosa”.

O Ministério Público adianta, ainda, que sobre o homem de 49 anos de idade, que exerce a profissão de empregado de mesa, recaem “suspeitas da prática de crimes de incêndio na zona de Monchique, no Algarve, um dos quais assumiu grandes proporções” e que o mesmo “confessou os factos”.

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