Incêndio controlado, falta o rescaldo e… saber como começou

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O infernal incêndio que começou na Fóia e consumiu parte substancial da serra de Monchique e até da zona florestal do de Portimão foi, ao fim da tarde (19H25), dado como dominado.

Mas, apesar disso, e segundo o site da Protecção Civil, às 21H50 ainda se mantinham quase meio milhar de operacionais no terreno, apoiados por 167 meios terrestres.

Uma situação que deverá manter-se ao longo da noite, madrugada, e, provavelmente, nos próximos dias, de forma a que se consiga cumprir com sucesso a fase de rescaldo da área afectada pelo incêndio, que se estima poder ultrapassar os 2 mil hectares.

Um dos concelho afectados foi o de Portimão, tendo o fogo, segundo informação da respectiva autarquia, atingido as zonas situadas a norte do Autódromo Internacional do Algarve até às localidades de Montes de Cima, Guenos e Casas Velhas. A acção rápida e destrutiva das chamas exigiu “uma acção de combate incisiva e musculada por parte dos Agentes de Protecção Civil e entidades cooperantes do Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro (SIOPS)”.

Por precaução e em antecipação à evolução do incêndio “foram deslocadas das localidade de Atabual e Montes de Cima 10 pessoas, encaminhadas pela acção social num centro de acolhimento instalado no Autódromo, das quais 4 foram realojadas temporariamente no Centro de Apoio a Idosos e aos restantes prestado apoio psicossocial em articulação com o INEM, regressando às suas residências logo que reposta a normalidade”.

No total, ao longo desta Sexta-feira, chegaram a estar a atacar o incêndio, em simultâneo, 684 operacionais, apoiados por 267 veículos e 9 meios aéreos, para além de 16 máquinas de rastos, que abriram acessos aos bombeiros.

Agora, compete aos bombeiros levar a cabo as operações de rescaldo e às entidades competentes a missão de determinarem a origem deste fogo. É possível que se tenha tratado de um reacendimento do incêndio que tinha sido ateado no Sábado, mas o responsável máximo da Protecção Civil algarvia, Vaz Pinto, em declarações à comunicação social, qualificou como “muito estranha”, a origem das chamas, manifestando assim algumas dúvidas sobre se se terá tratado de um reacendimento ou de uma nova ignição, resultante de fogo posto ou de uma causa acidental.

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