Câmara de Lagos mantém o IRS na taxa máxima

A Câmara de Lagos decidiu manter, no próximo ano, nos 5% a parte do IRS que vai reverter para os seus cofres. Trata-se do valor máximo legalmente possível.

A autarquia justifica a decisão por estar a cumprir um Plano de Ajustamento Financeiro, o qual a obriga à maximização das receitas provenientes de impostos locais, sendo, portanto, obrigada a cobrar as taxas máximas.

No decorrer da reunião do executivo em que a medida foi tomada, também se decidiu lançar uma nova Derrama sobre as empresas com sede instalada no concelho, que obtenham um  volume de negócios superior a 150 mil euros.

As que se encontrem nestas condições vão ter de pagar, em 2017, 1% sobre o respectivo lucro tributável.

A receita obtida por esta via será aplicada em “acções de requalificação e reparação do parque habitacional municipal e de equipamentos municipais”.

Em matéria de taxas e impostos, da reunião do executivo da passada Quarta-feira, 7 de Setembro, resultou, ainda, a decisão de manter em 0,25% a Taxa Municipal de Direitos de Passagem e de penalizar os proprietários de prédios devolutos, através da majoração da taxa de IMI.

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