Novas gerações envolvem-se na produção de medronho

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O processo de legalização da produção de medronho fez com que uma nova geração ganhasse redobrado interesse pela actividade, pelo que se esbateu o receio pelo futuro desta autêntica imagem de marca de Monchique, após o desaparecimento dos mais velhos.

Inclusivamente, muitos estão a investir na substituição do eucalipto por medronhal, o que é importante até em termos de contenção de incêndios, uma vez que esta planta resiste melhor ao fogo.

Em entrevista ao jornal online O Algarve Económico, feita no decorrer do Festival do Medronho, o presidente da Câmara local, Rui André, diz que há, actualmente, no concelho, um total de 85 destilarias legalizadas, responsáveis por cerca de 60 marcas.

Apesar disso, a produção de medronho não é a principal alavanca económica de Monchique, surgindo numa segunda linha, juntamente com o mel e os enchidos.

Os produtos que asseguram maiores dividendos são a água, a madeira e a pedra, que ganham crescente aceitação e clientes, não só a nível nacional, mas, sobretudo, internacional.

Nos últimos anos, pé ante pé, e apesar dos constrangimentos legais e ambientais, Monchique também tem marcado pontos ao nível turístico. A face mais visível disso é o hotel Macdonald, situado na zona das Caldas, mas também têm surgido muitas unidades de pequena dimensão ligadas ao alojamento local e ao agro-turismo.

Pelas contas de Rui André, há, nesta altura, um total de 78 legalizados, que fizeram com que, em 2016, se tenha atingido, no concelho cerca de 40 mil dormidas, um número considerado pelo autarca como muito relevante.

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