“A janela de oportunidade dos combustíveis fósseis está encerrada”

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O Governo não pode, por um lado, andar a falar de novas tecnologias mais limpas e de descarbonização e, por outro, “permitir processos energéticos ultrapassados e obsoletos” baseados no petróleo.

Esta foi a mensagem essencial deixada ao Governo pelo presidente da Câmara de Aljezur, José Amarelinho, no decorrer do seminário «Next.mov – Smart Region Summit» promovido pela AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), em Portimão.

Para o autarca, “a janela de oportunidade dos combustíveis fósseis está há muito encerrada”, pelo que “é um imperativo político, moral e mesmo de consciência” que se tomem medidas legislativas que impeçam a continuação da exploração deste tipo de combustíveis, avançando o país decisivamente em direcção às energias renováveis e limpas.

Na altura em que proferiu estas palavras, José Amarelinho não tinha na plateia nenhum elemento do Governo, mas, ao longo dos dois dias em que o certame se desenvolveu (18 e 19 de Maio), pelo auditório do Autódromo Internacional do Algarve passaram três secretários de Estado (Turismo, Ambiente e Indústria) e um Ministro (Planeamento e Infraestruturas).

Falou-se muito da mobilidade do futuro, mas quer os governantes, quer a generalidade dos especialistas e até dos autarcas perderam pouco tempo a analisar os constrangimentos da mobilidade presente, em especial, os que se referem à Via do Infante e à Estrada Nacional 125.

Uma das excepções foi o presidente da Câmara de Monchique, Rui André, que apresentou uma proposta concreta para acabar com as portagens.

 

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