As mudanças que a Câmara de Portimão quer fazer no estacionamento à superfície

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Conforme já noticiámos, a Câmara de Portimão pretende pagar cerca de 850 mil euros para resgatar uma parte dos lugares de estacionamento automóvel à superfície existentes na cidade que, atualmente, estão concessionados à empresa Empark.

Na sessão da Assembleia Municipal em que esta proposta foi debatida e aprovada, o executivo municipal entregou aos deputados um documento no qual especifica quais são as alterações que tenciona levar a cabo, caso o Tribunal de Contas dê o necessário visto ao negócio.

Duas das mudanças mais relevantes implicam que na rua São João de Deus o estacionamento deixe de ser tarifado ao longo de todo o ano, enquanto que na Mouzinho de Albuquerque dos atuais 53 lugares apenas 28 continuem a ser pagos. Destas duas ‘mexidas’ resulta uma supressão de 60 lugares tarifados.

Outra alteração importante que a autarquia quer fazer é que a cobrança aos automobilistas que estacionem num dos 182 lugares existentes no Largo do Dique passe a ser feita unicamente durante os meses de verão, ficando aí o estacionamento gratuito no resto do ano.

Em contrapartida, o documento indica que há a intenção de se passar a cobrar, na época alta, o estacionamento nos lugares existentes na Avenida Guanaré (zona ribeirinha).

Outro elemento importante desta estratégia é a diminuição do valor horário a pagar em todos os lugares que não fiquem isentos, passando-se dos atuais 0,80 € para 0,60 €.

Também se pretende diminuir o número de horas em que esse pagamento é exigido. Nesta altura, entre maio e setembro, paga-se todos os dias no intervalo horário das 8 às 22 horas e, de outubro a abril, de segunda a sexta no mesmo período e ao sábado das 8 às 15 horas.

A ideia que está em cima da mesa é que, quando for a autarquia a mandar no estaciomento, o período de pagamento passe a ser de segunda a sexta-feira (exceto feridos), das 9 às 18 horas.

Esta 1ª fase do projeto envolve apenas os lugares de estacionamento que estão na posse da Empark, empresa com a qual já foi obtido um acordo.

O mesmo ainda não aconteceu com a outra concessionária, a SABA, devendo, neste caso, a autarquia, muito provavelmente, ter de esperar até ao final da concessão para ter de volta os 344 lugares que aquela empresa explora.

De acordo com o referido documento, quando isso for conseguido, a Câmara vai manter o pagamento do estacionamento em apenas 98 dos referidos lugares, passando, portanto, os residentes e visitantes a ter à sua disposição mais 246 espaços gratuitos.

Ao mesmo tempo será criada uma nova bolsa de estacionamento, com 46 lugares, junto ao Jardim Visconde Bívar (zona ribeirinha), o qual será tarifado nos meses de verão.

 

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