A insólita inauguração do telefone nº4 (com VÍDEO)

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Arménio Aleluia Martins é um veterano jornalista algarvio, conhecido, essencialmente, por ter sido o diretor, durante décadas, do jornal A Avezinha.

Nesta primeira parte de uma ‘viagem’ pelo seu percurso revela que, logo aos 15 anos, foi convidado para ser correspondente de um dos principais jornais do país, o Diário de Notícias. Mas, como era menor, a solução encontrada foi colocar o nome do pai como autor dos textos.

O convite surgiu depois de, apesar da precoce idade, já levar na bagagem vários anos no mundo do jornalismo, como correspondente de jornais algarvios como o Notícias do Jornal e o Jornal do Algarve.

Mais tarde acabou por à colaboração do Diário de Notícias juntar uma outra para o concorrente O Século, para ajudar um colega e sem que os responsáveis de
qualquer dos jornais soubessem disso.

Na altura, contava com uma vantagem competitiva importante: o acesso ao telefone que o pai tinha no seu estabelecimento comercial, o nº4 de Paderne, que lhe permitia colocar as notícias mais rapidamente na redação, em Lisboa, ficando, assim, um passo à frente da esmagadora maioria dos outros jornalistas de província, que eram obrigados a enviar os seus textos pelo correio.

O telefone era, de resto, um equipamento tão raro que a sua instalação deu origem a uma festa de inauguração com a fina flor da terra e ilustres visitantes.

Só que, provavelmente devido ao entusiasmo ou, mais provavelmente, como consequência da ingestão de um ou dois copitos a mais, um dos comerciantes locais acabou por escandalizar a maior parte dos presentes, ao resolver virar a mesa e partir os pratos, copos e garrafas que se encontravam em cima dela.

Veja aqui o primeiro episódio desta reportagem:

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