Política

CDS de Portimão acusa o Governo de, mais uma vez, se esquecer do Barlavento

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O CDS-PP de Portimão acusa o Governo de, mais uma vez, se esquecer do Barlavento, ao deixar esta sub-região de fora do recém-apresentado projeto de construção de um metro de superfície, o qual ligará apenas Olhão, Faro e Loulé.

Em comunicado, esta estrutura partidária refere que a opção não é nova, pois já no que diz respeito à construção da Via do Infante, “o troço que liga o Barlavento ao resto do Algarve foi o último a ser construído. Quanto à ferrovia, o cenário repete-se, ainda se aguarda a eletrificação no Barlavento”.

O CDS-PP lembra que “à semelhança da ferrovia, o transporte rodoviário, é deficitário, não responde às necessidades dos residentes na região. As soluções acabam por recair no transporte privado, e até aqui os governos têm falhado miseravelmente”.

Com o trânsito a andar a passo de caracol na EN125, a principal alternativa para os condutores é a A22, relativamente à qual “aguardamos ‘ad aeternum‘ pela prometida descida dos preços que o governo teima em não implementar”.

Esta estrutura partidária assume que o projeto do metro de superfície é “bastante apelativo e, de facto, contribuirá para o desenvolvimento do setor da mobilidade no Algarve, nem que seja para menos de metade da região, se for realmente implementado, pois pela mão dos sucessivos executivos socialistas muitas promessas foram feitas, e ainda se aguarda o começo de pelo menos uma delas, recorde-se a título de exemplo, o Hospital Central”.

No documento, o CDS-PP elenca alguns dos principais problemas estruturais no distrito, como “a escassez de funcionários públicos, de profissionais da saúde e da educação, a precariedade laboral causada pela sazonalidade do setor hoteleiro, a dependência imensa deste setor para a sobrevivência da região, a habitação a preços exorbitantes, e a carência desta por falta de respostas da Administração Pública, a seca extrema, entre muitos outros”.

A tudo isto, acusa, a resposta do Governo é lançar um metro de superfície que apenas servirá “três dos dezasseis municípios algarvios”, o que vai contribuir ainda mais para que o Algarve continue a “ser desenvolvido a duas velocidades”.

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