Foi um problema com o trem de aterragem que obrigou à amaragem no rio de um avião de combate a incêndios
O problema que ontem, segunda-feira, dia 14 de julho, levou a que um avião de combate a incêndio fizesse uma amaragem de emergência no rio Arade, foi uma anomalia no trem de aterragem.
Isso mesmo é adiantado pela Autoridade Marítima Nacional que adianta ter o alerta surgido pelas 17h48.
De imediato foram ativados para o local elementos da Capitania e do Comando Local da Polícia Marítima de Portimão, bem como tripulantes da Estação Salva-vidas de Ferragudo.
Em comunicado aquele organismo refere que “à chegada ao local, localizou-se a aeronave, tendo-se verificado que o piloto se encontrava bem fisicamente, sem necessidade de assistência médica, e que o avião apresentava flutuabilidade positiva. Os tripulantes da Estação Salva-vidas rebocaram, posteriormente, a aeronave para a rampa do cais do Calhau, na boca do rio Arade.”.
Conforme noticiámos ontem, o avião em causa vinha de uma operação de combate a um incêndio na zona de Moncarapacho e dirigia-se para o Aeródromo de Portimão.
No entanto, devido à deteção deste problema, o piloto decidiu fazer a amaragem no rio Arade, tendo o avião acabado por ficar estacionado numa rampa usada para a entrada e saída de barcos do rio, na Mexilhoeira da Carregação, concelho de Lagoa.












