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Álvaro Bila quer instalar mais 248 câmaras de videovigilância em Portimão

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O presidente da Câmara de Portimão, Álvaro Bila, quer que sejam instaladas mais 248 câmaras de videovigilância no concelho.

Esse foi um dos pedidos feitos pelo autarca ao ministro da Administração Interna, Luís Neves, no decorrer de uma reunião de trabalho realizada em Portimão, que contou, também, com a presença do secretário de Estado da Administração Interna, Telmo Correia.

Somando às já instaladas, isso fará com que o concelho fique coberto por 294 câmaras.

O processo, que vai custar cerca de 1,3 milhões de euros, aguarda as autorizações das entidades competentes.

Esta medida consta de um memorando com dez propostas estruturantes para a segurança e proteção civil apresentado pelo autarca aos membros do Governo.

Além da videovigilância, o plano inclui o reforço do efetivo da PSP/GNR, a requalificação do Aeródromo Municipal para combate a incêndios, a instalação da Polícia Municipal e a implementação de um Centro de Gestão de Segurança e Emergência, que reúna PSP, GNR, Polícia Marítima, Polícia Municipal, Proteção Civil e serviços municipais.

O pacote integra, ainda, a operacionalização do Quartel da GNR de Pedra Mourinha, a instalação da Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras, habitação para forças de segurança e o reforço do Corpo de Intervenção da PSP.

A integração dos Sapadores Florestais numa carreira específica de Sapadores Bombeiros Florestais, tendo em vista melhorar as condições de recrutamento e retenção de pessoal, foi a outra medida defendida por Álvaro Bila.

O presidente da Câmara de Portimão justificou este pacote de reivindicações por entender ser essencial que, em Portimão, se faça da segurança “uma prioridade estratégica, num contexto de crescimento demográfico acelerado (cerca de 65 mil habitantes) e pressão turística que chega a quadruplicar este número”.

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