Deputado comunista pede ao ministro mais dinheiro para a Universidade do Algarve

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O deputado comunista eleito pelo Algarve confrontou o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior com as dificuldades que a Universidade do Algarve está a passar e pediu “um reforço significativo de verbas transferidas pelo Orçamento do Estado” para a instituição.

Só dessa forma, entende Paulo Sá, será possível à universidade “cumprir cabalmente a sua missão e continuar a contribuir para o desenvolvimento da região algarvia e do país.”

Paulo Sá atirou para o governo PSD/CDS a responsabilidade maior pelas dificuldades com que as universidades se debatem, pois a política seguida foi no sentido de submetê-las “a uma verdadeira asfixia financeira.”

Os sucessivos cortes nas verbas transferidas pelo Orçamento do Estado para, no caso concreto, a Universidade do Algarve “comprometem a capacidade de esta universidade cumprir cabalmente a missão que lhe está atribuída por lei: compromete a sua capacidade de oferta formativa e de serviços, compromete a formação avançada e a investigação, compromete a qualificação do corpo docente”, alertou o deputado.

Em audição que teve lugar na Assembleia da República, o deputado alertou o governante para um artigo do Orçamento do Estado para 2016, o qual, na sua opinião, “contém uma norma que atenta contra a autonomia da Universidade do Algarve e de outras instituições de ensino superior”, pelo que deve ser revogado. É que a norma em causa determina que as instituições do ensino superior que tiveram reforços financeiros extraordinários em 2015 só poderão proceder à contratação de trabalhadores docentes e não docentes com a aprovação do Governo.

Leia também: As guerras algarvias que os deputados levam para o Parlamento

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