Miguel Freitas torna-se secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural

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O algarvio Miguel Freitas é um dos novos secretários de Estado, assumindo a pasta das Florestas e do Desenvolvimento Rural.

O homem que, até agora, desenvolvia as funções de 1º secretário da AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve, chega ao executivo liderado por António Costa na mini-remodelação hoje divulgada e substitui no cargo Amândio Torres.

Miguel Freitas tem 56 anos, é formado em Economia Agro-Alimentar e tem forte paixão e experiência em matérias relacionadas com a agricultura e o mundo rural. Foi Director Regional de Agricultura do Algarve, Director-Geral de Desenvolvimento Rural, membro do Grupo de Agricultura da comissão Intermediterrânica da Conferência das regiões Periféricas Marítimas, Porta-Voz de Portugal no Comité Especial de Agricultura da União Europeia e Presidente do Comité Especial de Agricultura da União Europeia.

A nível político destacam-se a liderança do PS/Algarve e a passagem pelo Parlamento, como deputado, ao longo das X e XI Legislaturas.

Há poucos dias, Miguel Freitas tinha publicado um artigo de opinião no jornal “Público” sobre incêndios florestais em que dá pistas sobre o que poderá fazer nas suas novas funções governativas, ao nível do ordenamento florestal.

O novo secretário de Estado escreve que um dos grandes problemas existentes tem a ver com o facto da maior parte da área florestal não gerar valor que permita aos proprietários reinvestir.

Em face disso, defende no artigo, que “é essencial alargar o pagamento de serviços públicos prestados pela floresta na protecção da água, do solo, da biodiversidade, da paisagem e na balança de carbono, com mais medidas silvo-ambientais e uma negociação em Bruxelas para ampliar a base de apoio aos sistemas florestais biodiversos.”

Para além disso, “é preciso um Plano Nacional para a Autoproteção, preparando, educando e investindo na organização das populações para dar resposta aos riscos do seu território.”

Para acabar com o problema dos incêndios são necessárias, igualmente, “respostas operacionais urgentes, pois vivemos sobre um barril de pólvora.” Não se trata de mudanças de cosmética, mas “profundas” e, alerta no artigo, para serem implementadas, “precisam de determinação, envolvimento e tempo”.

 

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