Cinco pessoas são acusadas de 10 roubos a habitações

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O Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do Ministério Público de Faro deduziu acusação para julgamento por tribunal colectivo contra cinco arguidos suspeitos da prática de crimes de furto qualificado, ameaça agravada, injúria agravada, detenção de arma proibida e branqueamento de capitais.

Os arguidos, de nacionalidades argentina e chilena, que foram detidos pela GNR em Janeiro passado encontram-se, desde então, em prisão preventiva.

Em comunicado, o Ministério Público revela que “apesar de, na altura da detenção, se suspeitar apenas da prática de dois crimes de furto qualificado, um deles na forma tentada e de um de detenção de arma proibida, a investigação permitiu recolher indícios suficientes da prática de onze crimes de furto qualificado, um dos quais tentado, dois crimes de detenção de arma proibida, seis crimes de ameaça agravada e seis de injúria agravada, bem como de um de branqueamento.”

Os dados recolhidos pela investigação levam o MP a concluir que, “em Dezembro de 2016 e Janeiro de 2017, os arguidos assaltaram dez residências no Porto, na Costa da Caparica, em Almada, em Loures e em Faro, de onde retiraram quantias em dinheiro e objectos de valor, designadamente pulseiras, brincos, relógios, colares e fios em ouro. Indicia-se também que alguns dos arguidos enviavam para o estrangeiro dinheiro e objcetos que tinham obtido com os furtos.”

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