Castelão Rodrigues sem planos para voltar a exercer cargos autárquicos

O artigo que ontem publicámos sobre as primeiras escolhas do PS de Portimão para as autárquicas provocou alguma agitação entre elementos daquele partido, apesar do essencial da informação aí contida já ser, há vários dias, do conhecimento da generalidade dos atores políticos locais, quer do poder, quer até da oposição.

Uma das reações que nos chegou foi a de Castelão Rodrigues, antigo vice-presidente da Câmara, que entende poder fazer-se interpretações incorretas do texto, nomeadamente ficar com a ideia de que houve uma eleição interna na qual participou e de que saiu derrotado. Com efeito isso não aconteceu – e não está no artigo.

A expressão ‘primárias’ aí referida e que, na opinião deste ex-autarca pode levar a entendimentos indevidos, não deve ser lida no sentido literal e oficial do termo, mas figurado. O que aconteceu é que, no decorrer de reuniões informais e preparatórias envolvendo alguns militantes socialistas de ‘peso’, foram sendo aventados e sugeridos vários nomes para a liderança da lista para a Assembleia Municipal, tendo, ao que apurámos, o de Castelão Rodrigues sido um dos referidos.

Das discussões e contactos mantidos nesta fase do processo chegou-se, então, a um consenso e o nome que acabaria por ser levado e votado na reunião da comissão política foi o de Isabel Guerreiro.

Castelão Rodrigues adianta que a atividade profissional que atualmente exerce – vogal do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas e, simultaneamente, diretor regional desse organismo – leva-o a estar fora de Portimão, pelo que “pouco tenho participado na vida política local” e acrescenta que, devido a essa circunstância, não está nos seus planos voltar a exercer cargos autárquicos.

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