Educação

Continua a greve nas escolas de Portimão. Câmara pede responsabilidade para que os alunos não sejam prejudicados

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Esta é uma semana de greve nas escolas do concelho de Portimão.

O sindicato STOP, que a convocou, garantiu na sua página de Facebook que vai continuar a paralisação, a qual “abrange todos os profissionais da educação das escolas do concelho de Portimão, com especial enfoque nos serviços de cantinas e bares”.

A Câmara de Portimão veio, também através das redes sociais, dizer que assumiu compromissos escritos com aquele sindicato, nos aspetos que são da sua competência.

Uma das reivindicações e do STOP é a de mais assistentes operacionais nas escolas.

Ora, a autarquia garante estar em fase final um concurso que vai permitir a colocação de mais 43 profissionais dessa área até ao próximo mês de junho.

Para além disso, compromete-se a colocar mais 10 assistentes de cozinha até julho.

A autarquia também diz ter assumido com o sindicato um investimento de 14,8 milhões de euros anuais na área da Educação. E, pelas suas contas, refere que está investir mais 7 milhões de euros acima do que recebe do Estado para este setor.

No texto, é assumido que, da parte dos profissionais da educação, “há reivindicações legítimas, mas também pontos que não dependem da Câmara. Salários, carreiras e número de alunos por turma são decisões do Governo, não nossas”.

Lembrando que “estamos numa fase crítica do ano, com avaliações finais, exames e conclusão de percursos escolares”, a edilidade liderada por Álvaro Bila pede “responsabilidade” aos profissionais das escolas para que os alunos do concelho não sejam prejudicados.

Este é um apelo que, pelo menos, para já não encontrou resposta positiva do sindicato, que mantém a greve até sexta-feira, dia 8, a qual pode ainda prolongar-se ao longo da próxima semana (dias 11 a 15).

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