António Zambujo atua em Loulé

O Festival MED associa-se ao Cine-Teatro Louletano para promover um conjunto de seis espetáculos que se inserem na temática deste evento de World Music.

Esta é uma das ações que a Autarquia de Loulé irá dinamizar ao longo de todo o ano, e em vários locais, de disseminação do conceito daquele que foi considerado, nos últimos dois anos, o “Melhor Festival de Média Dimensão da Península Ibérica”.

Já no dia 9 de fevereiro, pelas 21h30, acontece o primeiro destes espetáculos. No âmbito do XIX Festival de Música Al-Mutamid, o trio Muhsilwan traz a música e dança afro-árabe com destaque para as sonoridades do Sudão, Marrocos ou Guiné Conacri, países que, de resto, já tiveram representantes ao longo das várias edições do MED.

Segue-se, a 15 de fevereiro, pelas 21h30, o concerto com um dos mais virtuosos músicos portugueses da atualidade que já atuou por duas vezes no Festival MED: António Zambujo. Outra artista que também já fez parte do alinhamento musical do MED foi a fadista Cristina Branco, outro nome que se junta a esta iniciativa no Cine-Teatro, a 1 de março, pelas 21h30.

O acordeão é um instrumento que está presente em muitos dos projetos inovadores de World Music e, nesse sentido, com o selo do Festival MED, o acordeonista Nélson Conceição sobe ao palco do Cine-Teatro, a 17 de março, pelas 17h00, para trazer ao público mais um momento musical inspirador

Naquele que será o grande momento de antecipação do 16º Festival MED, a 25 de maio, pelas 21h30, acontece o concerto de apresentação desta edição com a atuação de Fogo Fogo, o projeto musical que tem agitado, de forma eletrizante, as pistas de dança lisboetas com os ritmos do funaná e outras musicalidades africanas.

Finalmente, a 29 de maio, pelas 21h30, “Por Terras do Zeca” é o concerto de tributo à incontornável obra de José Afonso, com Zeca Medeiros, Filipa Pais, João Afonso e Maria Anadon. Símbolo máximo da música de intervenção, Zeca Afonso tem sido recriado por diversas vezes no Festival MED, através de projetos inovadores no panorama regional e nacional.

Para além de constituir o “abrir as portas” do MED, levando a sua essência a outros espaços, esta iniciativa pretende também dar a conhecer bandas ou artistas que trazem a palco as sonoridades tradicionais e fusões musicais onde as raízes identitárias sobressaem sobre as demais.

Nos dias 27, 28, 29 e 30 de junho, a Zona Histórica de Loulé será palco da 16ª edição do Festival MED. Para além de um alinhamento musical que traz a Portugal alguns dos melhores nomes das músicas do mundo, este festival passa também por uma fusão de manifestações culturais que vão desde a gastronomia às artes plásticas, animação de rua, artesanato, dança, workshops, e muito mais, com um claro objetivo de divulgar as várias culturas do mundo.

 

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