Enfermeiros batem o pé pelas 35 horas de trabalho

A taxa de adesão dos enfermeiros à greve nos hospitais algarvios variou entre os 60 e os 100% nos diversos turnos, de acordo com os dados divulgados pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.

O turno em que a paralisação mais afectou os serviços de saúde foi o da tarde do primeiro dia de greve (Terça-feira, 9 de Agosto), que contou com uma adesão de 100%.

A jornada de luta, que se desenvolveu entre 9 e 12 de Agosto, teve como um dos objectivos principais que todos os enfermeiros sejam abrangidos pelo horário de trabalho de 35 horas.

Outra das reivindicações é a admissão de mais enfermeiros. O Sindicato diz não compreender porque é que o Ministério da Saúde apenas parece mostrar preocupação pela falta de médicos nos hospitais e centros de saúde algarvios, quando a de enfermeiros também é muito preocupante, pelo que é uma situação que deve merecer atenção e a tomada de medidas para a sua resolução.

De acordo com o sindicato, duas das situações mais graves ocorrem nos centros de Saúde de Albufeira e Loulé, onde, acusam, os serviços estão “à beira da ruptura”.

A outra questão essencial que levou estes profissionais de saúde à greve prende-se com o pagamento de todo o trabalho extraordinário.

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