Contra a corrente, Rui André aplaudiu Elina Fraga

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Um dos momentos marcantes do Congresso do PSD, que decorreu este fim-de-semana, foi a vaia  que se fez ouvir quando subiu ao palco Elina Fraga, uma das escolhas de Rui Rio para a sua equipa.

Na base desta reacção de muitos congressistas esteve o facto da agora vice-presidente do partido ter criticado fortemente a actuação do Governo de Passos Coelho, na área da Justiça. Na altura era Bastonária da Ordem dos Advogados e, nessa condição, chegou a apresentar uma queixa-crime contra os membros do Governo que aprovaram o novo mapa jurídico, que implicou o fecho de cerca de duas dezenas de tribunais.

Foi, contudo, essa atitude crítica que levou o presidente da Câmara de Monchique a não embarcar na vaia, tendo, pelo contrário, segundo revela no seu mural de Facebook, aplaudido a nova dirigente do seu partido. Justifica isso por a visada ser “uma mulher de garra, que em boa hora criticou o malfadado ‘mapa judiciário’ que foi tão criticado por todos e que, entre outras aberrações, decretou pelo encerramento de vários tribunais em todo o país, entre os quais o de Monchique”.

Em evidente referência à então ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, que qualificou como “traição” ao PSD a escolha de Elina Fraga para vice-presidente, Rui André diz que a medida tomada, na altura, pela governante é que “constituiu uma ‘traição’ aos territórios de baixa densidade e um abandono das suas populações por parte dos serviços públicos que, felizmente, o actual Governo remendou”. E acusa Paula Teixeira da Cruz de ter tido “uma atitude prepotente e autoritária” nesta matéria e de se ter recusado “a falar e ouvir os autarcas que nunca baixaram os braços”.

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