GNR, Rodrigo Leão, Dino d’Santiago e Márcia atuam em Loulé

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O ano de 2022 abre, em Loulé, com dois espetáculos da Orquestra Clássica do Sul, no dia 1 de janeiro. 

Depois, a 16 de janeiro, chegam os GNR, que trazem na mala o concerto “41”, de celebração dos quarenta anos (mais um, adiada com a pandemia) da banda nortenha, abrindo em grande estilo a 1ª temporada de 2022 do Cineteatro Louletano. 

No teatro, a atriz Sara Barata Belo, conhecida pelo seu trabalho em teatro, cinema e televisão, leva a Loulé, a 14 e 15 de janeiro, a peça “Cochinchina”, uma adaptação livre da obra de Afonso Cruz, Princípio de Karenina.

Na dança, a 27 de janeiro, José Laginha e Marlene Vilhena do DeVIR/CAPa estreiam no Cineteatro “um pedido – por favor, dê-me um exemplar de deus”.

E por fim, a fechar janeiro, no dia 29, está agendado um concerto da pianista Joana Gama, com “There’s no knowing”, música derivada da banda sonora para a série “Cassandra”, da RTP, numa coprodução do Cineteatro Louletano.

“O longe é Aqui” de Rodrigo Leão

A programação segue a 1 de fevereiro, Dia da Cidade de Loulé, com um concerto inédito de Rodrigo Leão, acompanhado por um coro juvenil com crianças de Loulé, no ciclo “O longe é Aqui”. Um espetáculo em que se apresenta como Rodrigo Leão Cinema Project, reunindo repertório dos três discos editados em 2020 e 2021 (O Método, Avis 2020 e A Estranha Beleza da Vida).

Segue-se, a 5 de fevereiro, “Anesthetize”, de Maurícia Neves, uma peça de dança irreverente, ambígua e misteriosa, que junta conceitos como zombificação, vortex, alienação e mycelium, explorando a ideia de um estado meditativo com ciclos repetitivos de movimentos e gestos.  

Ainda em fevereiro, a 18, na área da dança, apresenta-se o espetáculo de dança “Cabraquimera”, de Catarina Miranda.

A 20 de fevereiro regressam os Concertos para Bebés, pela mão da Companhia Musicalmente. Desta vez, com o tema Chocalhos e chocalhinhos do Entrudo, liderado pelo solista Marco Fernandes, utilizando caixas de música e rocas, chocalhinhos e outros brinquedos que são, afinal, instrumentos musicais. 

No fim do mês, a 26, o teatro está de regresso com “Uma Peça Feliz e Direta Sobre a Tristeza” de Joana Pupo e Jaime Mears. O projeto parte de um encontro vital e próximo com o público para falar sobre os temas da tristeza, do isolamento e da desadaptação.

Concertos de Dino d’Santiago e Márcia

Março, o último mês do trimestre, tem Dino d’Santiago como cabeça de cartaz, com a estreia nacional no Cineteatro Louletano, a 20, do seu novo álbum. Ainda outro grande concerto em março, mas no feminino, a assinalar o Dia Internacional da Mulher. É outra estreia, desta vez a sul: Márcia, num espetáculo inédito que traz a Loulé o seu novo álbum, a 8 de março. 

Entre 8 e 19, decorre a segunda parte da Residência “Mulheres Andantes”, pela Companhia Caótica, oficina liderada por Susana Alves e Caroline Bergeron.

Março é, também, o mês de regresso a Loulé do Festival Tanto Mar, promovido pela Associação Folha de Medronho, entre 17 e 19, com uma programação a anunciar brevemente que junta os fazedores de teatro dos países falantes de português. 

Também em março, chega a 23 “Aldebarã”, peça pela Companhia Terra Amarela.

O trimestre cultural finaliza a 27, com uma peça de teatro do passado para o futuro, “Aquário”, de Marlene Barreto.

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