Vítor Oliveira chega para levar o Portimonense à I Liga

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Foi ao ataque que ‘jogou’ Vítor Oliveira na sua apresentação oficial como novo treinador de futebol do Portimonense: o objectivo assumido é levar a equipa à I Liga.

O técnico não quer ficar a ver como param as modas e diz logo à partida ao que veio. A equipa algarvia vai jogar para conseguir atingir um dos dois primeiros lugares da tabela classificativa e subir de divisão. Tudo o que ficar aquém disso “é um mau resultado”.

No entanto faz também questão de dizer que, apesar de ser especialista em levar equipas à I Liga, não há garantia nenhuma que seja esse o destino do Portimonense. Ainda as ‘hostilidades’ não começaram e “já 5 ou 6 equipas se assumiram como candidatas à subida”, pelo que “a vida não será fácil” para o clube que passa a orientar, mas também “o Portimonense não vai fazer a vida fácil a nenhum dos seus adversários”.

Para além da valia de muitas outras equipas, Vítor Oliveira lembra que este é um campeonato “extremamente longo” e que vai haver muitos altos e baixos. Recorda que, por exemplo, há duas épocas, quando levou o União da Madeira à I Liga, “a 10 jornadas do fim, estávamos a 8 pontos” do líder e só conseguiram a subida “no último minuto” da última partida. É preciso, portanto, ter “uma estrutura mental muito forte” para fazer face aos momentos menos positivos.

A sua experiência diz-lhe que também é fundamental “somar pontos com regularidade e não deixar fugir os nossos opositores”, de forma a que a equipa chegue às últimas dez jornadas, que são decisivas, com possibilidade de atingir a um dos dois primeiros lugares.

Foi no Portimonense que se estreou como treinador

Este é o regresso de Vítor Oliveira a um clube onde deu os primeiros passos como treinador, depois de, também em Portimão, ter acabado a carreira de jogador. E começou em alta, ficando ligado “ao momento mais alto do clube, que foi a presença na Taça UEFA”.

Depois, seguiu para outras paragens, mas, praticamente, todos os anos voltava a Portimão, em férias e para rever “os muitos amigos” que aí deixou, pelo que neste regresso, se sente em casa. No entanto, não foi por nostalgia ou por qualquer outra razão emocional que decidiu aceitar o convite para treinar a equipa, até porque assume que neste tipo de decisões é, por regra, muito racional.

Deu o ‘sim’ à direcção do clube algarvio porque entende que “o plantel é de qualidade, há boas condições de trabalho e estabilidade”. Do que viu do Portimonense na época passada, ficou com a ideia que era uma da melhores equipas da II Liga. Apesar de algumas saídas, o ‘núcleo duro’ mantém-se e é reforçado com quatro ou cinco contratações já anunciadas. Nesta altura, acha que tem à sua disposição “um plantel equilibrado”, que apenas revela “uma ou duas carências que vamos resolver rapidamente”.

Para o presidente do clube, Fernando Rocha, a contratação de Vítor Oliveira é “um sonho” que persegue desde que assumiu aquele cargo e que, agora, finalmente, se transforma em realidade. Quer ele quer o director-geral da SAD, Rodiney Sampaio, também presente na conferência de imprensa desta Quarta-feira, assinam por baixo o discurso optimista do treinador e assumem que o objectivo é conseguir o feito que, na época passada, escapou por uma unha negra: a subida de divisão.

Leia também: Portimonense reforça-se para ‘atacar’ a subida de divisão

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