Alunos levaram os seus problemas às Jornadas do Arade

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Algumas das intervenções mais consistentes, directas e objectivas que tiveram lugar nas Jornadas do Arade foram proferidas por alunos do Agrupamento de Escolas António Aleixo, de Portimão.

Entre outras, os jovens levantaram a questão do escasso número de funcionários que prestam serviço nos estabelecimentos escolares.

Uma das alunas também criticou a fixação dos responsáveis escolares em “bombardear-nos com palestras sobre educação sexual”, ainda por cima, com matérias e informações “que já sabemos”. A jovem Beatriz Ruivinho defendeu que as temáticas deviam ser mais abrangentes e deixou a sugestão de, por exemplo, se fazer sessões sobre a anorexia, através das quais se informasse a comunidade escolar sobre como deve lidar com os alunos afectados por essa doença.

Ao nível dos eventos, lamentam que a informação muitas vezes não lhes chegue, pelo que deixaram a recomendação de que a vertente da promoção e divulgação de iniciativas seja melhorada. Um dos alunos também deixou a ideia que não haja apenas prémios para quem se destaca no desporto, mas que o reconhecimento seja também alargado aos que se dedicam à cultura, em especial, à música.

Outro dos jovens criticou a organização do serviço público de saúde, dando o seu exemplo, em que, devido a uma queda, quase teve de ser transportado a um hospital de Lisboa por não haver ortopedistas de serviço nas unidades hospitalares algarvias.

No decorrer da última sessão de Sábado, 11 de Março, também interveio um aluno da Escola Profissional Gil Eanes, que se mostrou apreensivo quanto ao seu futuro, por viver numa região em que muitas pessoas se vêm obrigadas a “fazer como as formigas, trabalhando no Verão para depois tentarem sobreviver no Inverno”.


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