“O Algarve e o País perderam um vulto das ciências históricas”
Os Municípios de Faro e Loulé emitiram notas de pesar pelo falecimento, ocorrido na passada segunda-feira, do professor catedrático e historiador Joaquim Romero Magalhães.
A edilidade liderada por Rogério Bacalhau considera que “o Algarve e o País perderam um vulto das ciências históricas” enquanto que a presidida por Vítor Aleixo refere que o seu “exemplo ficará para sempre inscrito na história do Algarve.”
Também a Universidade do Algarve, que recentemente lhe tinha atribuído o título de Doutor Honoris Causa, veio manifestar publicamente o seu “mais profundo pesar” e anunciar que aquela instituição decreta, em sua memória, três dias de luto académico.
Natural de Loulé, onde nasceu em 1942, Romero Magalhães viveu em Faro até aos 17 anos. Licenciou-se em história pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em 1967, foi docente do ensino liceal e professor catedrático da FEUC, onde se doutorou.
Publicou vasta obra de investigação histórica, sendo um dos nomes mais prestigiados desta área.
Foi, ainda, deputado à Assembleia Constituinte, comissário-geral da Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses (1999-2002) e secretário de Estado da Orientação Pedagógica (1976-1978).
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