Câmara de Portimão entrega primeiros quatro ventiladores ao Hospital do Barlavento

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A Câmara de Portimão adquiriu e entregou hoje à direção do Hospital do Barlavento quatro ventiladores.

No total, a autarquia vai disponibilizar àquela unidade hospitalar um total de 24 ventiladores.

Por serem de tipologia mais simples, refere a autarquia em comunicado, “foi possível captar de imediato no mercado estes primeiros ventiladores, de forma a assegurar desde logo um reforço de equipamentos naquela unidade hospitalar, quer no serviço de urgência, quer na unidade de cuidados intensivos, libertando os existentes para as situações mais graves”.

Estes equipamentos destinam-se a “dotar a unidade hospitalar de uma capacidade diferenciada para enfrentar a evolução desfavorável da pandemia do Coronavírus – Covid 19 na região do Algarve, em particular neste concelho”.

Existem atualmente no concelho de Portimão oito casos confirmados (com resultado positivo) de infeção por Covid-19, sendo que a unidade hospitalar em causa serve todo o barlavento algarvio.

O Município de Portimão “aplicou a verba que estava destinada ao Grande Prémio de Portugal Formula 1 em Motonáutica, cerca de 350.000 €, à aquisição de  um conjunto de ventiladores, de diferentes tipologias, que assegurem uma reserva de emergência, de acordo com a capacidade de resposta do mercado”.

Os quatro ventiladores portáteis entregues hoje são a primeira medida deste programa de capacitação urgente da resposta em saúde, permitindo libertar os equipamentos mais diferenciados para as situações mais críticas. 

Na próxima semana “está prevista a chegada de mais oito equipamentos de cuidados intensivos, que irão acompanhar a eventual necessidade de ampliação daquela unidade especial, bem como 12 seringas e 12 bombas infusoras, equipamentos imprescindíveis no tratamento do doente crítico”.

No documento, acrescenta-se que os restantes 12 ventiladores de cuidados intensivo que incluem 6 de última geração, e inovadores em Portugal face à tecnologia de ponta, “chegarão no prazo máximo de oito a dez semanas conjuntamente com um Pulmovista, equipamento médico diferenciado único na região e um dos poucos no país”.

O Pulmovista permitirá verificar o recrutamento alveolar, suportando a decisão da modalidade ventilatória que melhor se ajusta ao estado do doente, representando um investimento superior a 50 mil euros.

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