Município de Loulé faz plantação simbólica de quatro árvores

O Dia Internacional das Florestas, que se assinala anualmente a 21 de março, foi comemorado este ano no Município de Loulé com uma plantação simbólica de quatro árvores, em plena Serra do Caldeirão, uma das principais manchas florestais do Algarve.

Esta ação decorreu na passada sexta-feira, no logradouro da antiga Casa dos Cantoneiros no Vale Maria Dias, freguesia de Salir, edifício onde, a partir do mês de abril, irão realizar-se obras de ampliação que permitirão criar aqui a futura Unidade Avançada de Proteção Civil Municipal e a sede dos Sapadores Florestais.

Neste espaço foram plantadas quatro espécies autóctones que fazem parte da paisagem mediterrânica: amendoeira, romãzeira, nogueira e alfarrobeira, esta última de grande importância para o ecossistema já que constitui um dos maiores sumidouros de carbono.

Num gesto carregado de simbolismo, o autarca de Loulé, Vítor Aleixo, acompanhado pelo vereador Carlos Carmo e pelos técnicos ligados aos serviços da Proteção Civil, Ambiente, Ação Climática e Espaços Verdes, e pelos bombeiros municipais, meteu as mãos na terra para dar o exemplo da importância de cuidar da floresta, um património que é de todos e cuja preservação será determinante para a sobrevivência do Planeta.

“Através da promoção de ações de plantação como esta, Loulé continua a ampliar e a reforçar as suas manchas verdes, importantes núcleos de produção de oxigénio e de fixação e absorção do dióxido de carbono, um dos maiores responsáveis pela atual problemática das alterações climáticas. Nos últimos anos temos promovido a plantação de milhares de árvores no nosso território o que é bem ilustrativo desta resposta que queremos dar em matéria do aquecimento global que ameaça o nosso futuro. Esta é uma iniciativa que tem uma importância acrescida por se tratar de um dos pulmões verdes do nosso concelho que, ao longo dos anos, tem sido fustigado por incêndios que destruíram parte deste património natural”, realçou o autarca.

Relativamente ao espaço onde foram plantadas as quatro árvores, o edifício onde em breve irá funcionar a base de um destacamento da Proteção Civil no interior, Vítor Aleixo adiantou que este equipamento trará uma mais-valia não só no que diz respeito às ações de vigilância e combate aos incêndios florestais na Serra do Caldeirão mas também porque se pretende dar um cunho pedagógico a este espaço, criando aqui um centro de estudo e partilha de conhecimento nas matérias ligadas ao ambiente e à biodiversidade da flora e da fauna local.

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