Bombeiros e meios aéreos procuram evitar que o incêndio ‘fuja’ para a serra de Monchique (com vídeo)
Tem sido incessante o movimento de aviões que vão abastecer-se de água à barragem da Bravura.
Água que é depois usada no combate ao grande incêndio que começou no domingo, dia 21 de setembro, por volta da hora de almoço, no concelho de Aljezur e depois alastrou ao de Lagos.
Os meios aéreos têm sido fundamentais no apoio aos 667 homens e mulheres que, na manhã desta terça-feira, estão no terreno.
Os aviões entram ao serviço logo pelas 7 e meia da manhã e só param ao início da noite, altura em que deixam de poder operar. De acordo com o site da Proteção Civil, por esta altura (12h00) há 11 em atividade no combate ao incêndio.
Na conferência de imprensa de hoje, o 2º comandante da Proteção Civil da região, Abel Gomes, anunciou que, por uma questão de precaução, “durante a noite, 10 pessoas foram deslocadas das suas habitações”, na localidade de Vinha Velha, mas que já podem regressar, até porque “o incêndio não chegou a aproximar-se daí”.
Neste terceiro dia, uma das frentes que mais preocupa os bombeiros e a Proteção Civil situa-se “no flanco direito, o que está mais virado para o lado de Vila do Bispo”, onde tem havido uma maior expansão do fogo.
No flanco contrário, existem também pontos também muito sensíveis, uma vez que há o risco das chamas, a partir daí, poderem entrar na serra de Monchique, que fica nas proximidades.
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