Três monumentos algarvios vão passar para mãos privadas

São três os monumentos algarvios que fazem parte do primeiro lote de imóveis do Estado que vão ser concessionados a privados, no âmbito do programa Revive.

São eles o Forte do Rato (concelho de Tavira), os Armazéns Pombalinos (Vila do Bispo) e o Forte de São Roque, na Meia Praia (Lagos).

O Forte do Rato, também conhecido como Fortaleza de Santo António e Forte da Ilha das Lebres, foi mandado edificar durante o reinado de D. Sebastião para proteger a foz do rio Gilão e a entrada do porto de Tavira. De arquitectura militar da época moderna, a fortaleza possui planta poligonal com baluartes nos ângulos, cornija na muralha exterior e no interior da praça distinguem-se ainda, o espaço de aquartelamento, o paiol e o poço de abastecimento.

Os Armazéns Pombalinos, da extinta Companhia Geral das Reais Pescarias do Reino do Algarve, fundada no ano de 1773, foram construídos na sua totalidade sobre alicerces romanos. Situados na Boca do Rio são, actualmente, umas ruínas que vão ter de ser alvo de grande intervenção.

O Forte de São Roque ou da Meia Praia foi construído, muito provavelmente, na segunda metade do século XVII, estava integrado numa rede de equipamentos de âmbito militar que tinham como objectivo a defesa da região contra potenciais invasores, piratas e corsários. Apesar de estar classificado como Monumento de Interesse Público, há muito que se encontra abandonado e degradado.

Em todo o país são 30 os monumentos que vão ser abertos, através de concursos públicos, ao investimento privado, que neles vão desenvolver projectos turísticos.

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