Autarcas irritados com decisão do Governo de autorizar furo para prospecção de petróleo e gás

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O presidente da Câmara de Aljezur, José Amarelinho, diz, em comunicado, não entender a decisão do Governo de autorizar um furo em águas profundas ao largo daquela vila para prospecção de petróleo e gás.

O edil esperava que a decisão fosse em sentido oposto, uma vez que entende que o executivo “não só pode como tem o imperativo moral, legal e político de anular, de imediato, a autorização concedida”. Ao não tomar essa decisão, está a revelar “um tremendo desrespeito pelas populações, nomeadamente os aljezurenses, e autarcas do Algarve”.

Esta autarca revela ter sido apanhada de surpresa pela decisão, uma vez que “nunca nos ocorreu que a Direcção Geral dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos pudesse, em circunstância alguma, emitir parecer favorável para o pedido de licença de utilização privativa do espaço marítimo, com o fim de permitir à ENI/GALP efectuar esta sondagem/furo”.

Esta posição segue-se à divulgada pelo conjunto dos presidentes de Câmara algarvios que, através da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), dizem sentir-se desrespeitados pelo Governo e voltam a defender a anulação do contrato.

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