Nuno Campos Inácio revela a história da Igreja Matriz de Portimão

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Várias centenas de pessoas fizeram questão de comparecer, na tarde deste Domingo, 10 de Dezembro, na Igreja Matriz de Portimão, para participar na cerimónia de apresentação do mais recente livro de Nuno Campos Inácio e da Arandis Editora, cujo início foi abrilhantado com a actuação da Orquestra Bach.

Trata-se da obra “Igreja Matriz de Portimão – 550 Anos de História (1467-2017)”, que, nas palavras do autor, “não será perfeita, nem reúne em si todo o conhecimento, mas tem a particularidade de ser a primeira monografia dedicada à Igreja Matriz de Portimão elaborada nos últimos 550 anos”.

Para Nuno Campos Inácio, “todo o conhecimento é estéril, se não for partilhado”, uma vez que “é a partilha do conhecimento que lhe dá vida, que o engrandece e, por vezes, o corrige”. O livro agora apresentado é o resultado de um desafio quer lhe foi lançado pelo padre Mário de Sousa e, referiu a presidente da Câmara de Portimão, Isilda Gomes, faz com que “estamos hoje muito mais ricos”.

Isto porque “esta não é uma obra qualquer, é a história da igreja, a casa onde nos sentimos mais próximos de Deus”. É uma forma de conhecer melhor um elemento fundamental da história de Portimão e quando as pessoas conhecem melhor a sua história e raízes, sentem-se “mais amigos desta terra e mais enraizados”.

A autarca aproveitou a oportunidade para lançar a Nuno Campos Inácio o desafio de criar conteúdos sobre a história da Igreja de Portimão para serem introduzido num programa especialmente concebido para jovens estudantes.

O Vigário-Geral César Chantre, que foi ordenado naquela igreja, confessava-se contagiado pelo “entusiasmo do autor” e defendeu que Nuno Campos Inácio deveria ser escutado por “alguns pseudo-cultos para poderem compreender que qualquer ataque ao cristianismo é um ataque ao povo e à raiz europeia”.

O mentor desta edição, o padre Mário de Sousa, manifestava-se muito satisfeito por ver tanta gente na igreja a participar no lançamento do livro, o que interpreta como um sinal de que as pessoas “amam muito esta casa”.

Isso, provavelmente, tem muito a ver com as origens da igreja, cuja história se iniciou há 550 anos, quando um grupo de portimonenses anónimos, que a história não registou, solicitou ao então Bispo do Algarve autorização para a construção da sua Igreja, o que foi autorizado.

Tal circunstância significa que não foi por vontade de uma ou outra figura ou família importante que o templo foi erguido, mas sim pela fé de um povo, que ao longo dos séculos seguintes continuou a manter com a igreja uma relação muito forte, tendo, ainda muito recentemente, contribuído voluntária e anonimamente para que fosse recuperada.

 

 

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