As propostas de Fernando Rocha para o Portimonense

Fernando Rocha recandidata-se à presidência do Portimonense Sporting Clube, nas eleições que decorrerão na próxima Quinta-feira, 19 de Abril, para “dar seguimento àquilo que foi começado há 12 anos”.

Na sua apresentação aos sócios, lembrou que, quando chegou “o  clube estava à beira da falência e de fechar”, com um passivo de cerca de 2,5 milhões de euros. Foram tempos complicados, a ponto de, apesar de ter uma larga experiência de gestor e administrador de empresas, confessar que “nunca tive um projecto tão difícil como o do Portimonense”, pois “todos os dias surgia mais alguma coisa, aparecia mais uma penhora”.

Graças a um Processo Especial de Revitalização (PER) foi possível reduzir de forma muito substancial a dívida existente, com a vantagem de ficar a pagar os cerca de 300 mil euros remanescentes ao longo de vários anos. Isso permite-lhe dizer que “hoje estamos aqui com o clube em condições de andar para a frente”.

Ao longo deste período, apesar das dificuldades, “no futebol, felizmente, as coisas correram bem e conseguimos que o clube subisse duas vezes de divisão”. Por obrigatoriedade legal foi constituída uma SAD (Sociedade Anónima Desportiva) e conseguiu convencer Theodoro Fonseca a tornar-se o principal investidor dela. Os administradores da SAD “estão a fazer um excelente trabalho, os resultados estão à vista e deve haver poucos clubes com as condições financeiras e desportivas do Portimonense”.

Quanto às modalidades amadoras, “íamos ajudando dentro das nossas possibilidades”, embora fossem, na prática, geridas de forma autónoma, “nós o que fazíamos era dar o nome, dar-lhes apoio e o mínimo de condições para que pudessem sobreviver”.

É tempo de dar condições à formação e às modalidades amadoras

Agora, com a casa arrumada, em termos financeiros e a gestão do futebol profissional entregue à SAD, entende que tinha a obrigação de fazer mais um mandato e liderar este novo ciclo da vida do clube.

A sua atenção e dos elementos que o acompanham vai virar-se a sério para as modalidades amadoras e a formação. E está convencido que as coisas vão correr bem, uma vez que, referiu, algumas das pessoas que foram responsáveis pelo excelente evolução do basquetebol, do futsal e da formação vão fazer da sua direcção, caso os sócios votem maioritariamente na lista pela qual dá a cara.

E, portanto, esses responsáveis “vão dar continuidade ao bom trabalho que têm feito, mas agora com apoios e condições”. E, nesse sentido, ainda antes de chegar ao acto eleitoral, anunciou estar uma máquina a limpar uma parte do ‘terreno do Major David Neto’ com o objectivo de aí “criar um campo de relva sintética para os miúdos”.

Um dos outros enfoques da sua apresentação foi a promessa de fazer com que o clube esteja mais próximo da população, de “o levar às escolas, às instituições” e de aumentar a vertente social, pois entende que “temos obrigação de ser solidários, temos que guardar um bocadinho para ajudar os mais desfavorecidos”.

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