Eleições no Clube Naval de Portimão interrompidas por “suspeitas de graves irregularidades”

As eleições para os órgãos sociais do Clube Naval de Portimão (CNP) foram interrompidas pelo presidente da Assembleia Geral, José Casimiro.

O acto eleitoral, ao qual concorriam duas listas, iniciou-se pelas 10 horas deste Sábado, 26 de Maio, e deveria estender-se até às 18 horas. Contudo, por volta das 16 horas, José Casimiro resolveu resolveu retirar a urna e guardá-la no gabinete da Direcção.

Em documento escrito, que entregou a representantes das duas listas concorrente, justificou a decisão por entender haver “suspeitas de graves irregularidades que põem em causa o bom nome do CNP”. Entre elas constavam a “votação de sócios sem a situação financeira regularizada junto do clube, a obtenção de procurações de forma suspeita e a representação de sócios sem capacidade de votação”.

Em face de tudo isso, resolveu suspender o acto eleitoral e fazer uma “participação ao Ministério Público para averiguações”.

No seguimento desta decisão, o presidente da Direcção, Tito Januário, realizou uma reunião com elementos das duas listas, no decorrer da qual foi determinado “entregar a urna selada à Polícia Marítima, para depósito, até que se decida o que fazer”.

Tito Januário prometeu, igualmente, convocar uma reunião urgente com José Casimiro para analisar os factos e só depois se vai saber “se serão convocadas novas eleições, ou se recomeça o ato eleitoral que foi interrompido, como pretende a Lista B”.

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