Quatro noites às gargalhadas em Albufeira

Fernando Mendes, Nilton, Quim Roscas e Zé Estacionâncio são alguns dos humoristas que participam em mais um festival Solrir que arranca esta sexta-feira, 28 de dezembro, no Palácio de Congressos do Algarve, em Albufeira, e que continua nas noites de 29 e 30 de dezembro e 1 de janeiro.

O primeiro a entrar em palco, esta sexta-feira, a partir das 21h30, é o comediante e imitador de vozes Pedro Soares, com um repertório recheado de piadas e das frases mais célebres de algumas figuras públicas da nossa praça. A seguir, com 2300 espetáculos, 126.000 km percorridos em 15 anos de muitas gargalhadas, a dupla Quim Roscas (João Paulo Rodrigues) e Zeca Estacionâncio (Pedro Alves) apresenta um espetáculo hilariante para todas as idades.

Na noite de sábado, 29 de dezembro, Nilton volta ao Solrir para mais uma performance repleta de humor e boa disposição. O conhecido humorista irá dividir o palco com Rita Leitão (Piglet) e com o Grupo de Teatro do CIRM. Rita é a única mulher a atuar no festival e vem apresentar “Meia Dose de Leitão”, uma viagem pelo agridoce da vida, desde os dilemas de uma Peter Pan da suinicultura, aos dramas da Terceira Idade. O grupo de teatro amador do CIRM, da Mexilhoeira Grande, apresenta revista à algarvia com a peça “Hostel”. Os sete artistas em palco dão vida a uma rábula centrada nas expressões e personagens típicos do Algarve.

No domingo, 30 de dezembro, Joca, Joel Santos e Zé Pedro formam a “Tríade Comédia”, e João Didelet e António Machado apresentam “Faz-te Homem”, uma comédia feita por dois amigos de longa data, que decidem debater o papel do homem na sociedade e as suas ramificações com tudo o que o rodeia: regabofe, carros, futebol, copos, porrada, mariquices versus machices, e, claro, mulheres. A melhor forma que encontraram para abordar o abominável mundo do homem foi organizar uma “Conferência de e para Machos”.

O festival encerra na primeira noite do ano com Fernando Mendes numa atuação a solo no espetáculo “Insónia”, em que encarna na pessoa de Custódio Reis, um vendedor de vinhos e licorosos, que vive com a corda ao pescoço, tanto financeiramente, como familiarmente. É o comum português de classe média, afogado em dívidas e créditos.

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