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Alimentação artificial de algumas praias algarvias deve arrancar a seguir à época balnear

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A injeção de areia para alimentação artificial das praias situadas entre Quarteira e a Quinta do Lago deverá avançar a seguir ao verão.

Essa é a expetativa da ministra Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, que esteve hoje no concelho de Loulé.

Conforme já tínhamos noticiado, o investimento previsto é de mais de 14 milhões de euros.

A governante justificou a medida por existir nessas praias “uma falta enorme de areia, os passadiços recuaram vários metros durante este inverno”.

O concurso irá abrir em breve, uma vez que a verba está já aprovada, “esperando que logo a seguir à época balnear comecem as obras”, adiantou a responsável governamental. Os trabalhos terão uma duração de “4 a 5 meses” e espera-se que, quando tiver início a próxima época balnear, em 2026, a obra já esteja completa. Esta será, de resto “a maior obra deste género no Algarve”.

Por outro lado, no que respeita aos molhos, a parte do estudo de impacto ambiental está já a finalizar. Esta constituirá uma intervenção que tem como objetivo evitar que a situação de diminuição do areal (ou praticamente o seu desaparecimento) se repita.

Este investimento será submetido ao Programa Operacional Sustentável, que também financia a parte da alimentação do areal, podendo o seu arranque acontecer no fim da época balnear de 2026, garantindo, assim, que, em 2027, também esta questão já esteja completa. A intervenção passará por “eliminar alguns os molhos e acrescentar os que ficam; é uma geometria diferente para que não volte a acontecer o levar da areia”, disse Maria da Graça Carvalho.

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