Música e imagem em novo festival algarvio

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Chama-se “Som Riscado” e é um novo festival que pretende ligar a nova música portuguesa de cariz experimental (minimal, psicadélica, eletrónica) ao universo da imagem e das artes visuais (desenho, pintura, fotografia, cinema, graffiti, arte digital/imagem animada, design e outros), juntando artistas plásticos/visuais e outros criativos  (entre emergentes e reconhecidos) com projectos musicais já firmados no panorama nacional.

É em Loulé que vai nascer este novo formato, o qual pode ser apreciado entre 31 de Março e 3 de Abril.  Esta primeira experiência vai envolver três vertentes: concertos e performances; exposições e instalações; debate-reflexão e formação.

Entre os convidados contam-se as estreias absolutas no Algarve dos Sensible Soccers (em colaboração com a realizadora louletana Ana Perfeito) e dos Holy Nothing (com Rui Monteiro), duas bandas que vêm apresentar os seus novos discos. Destaque ainda para o diálogo entre o fotógrafo louletano Vasco Célio e dois nomes maiores da improvisação musical nacional, o contrabaixista Carlos Barretto e o acordeonista algarvio João Frade, bem como para o encontro, em jeito de carta-branca, entre o criativo Beau McCLellan (sediado em Loulé), o pianista Filipe Raposo e o ilustrador e designer gráfico António Jorge Gonçalves.

A nível de concertos e performances, são ainda de destacar as presenças de Boris Chimp 504, projecto audiovisual da dupla Miguel Neto e Rodrigo Carvalho, que apresenta no festival o seu primeiro álbum intitulado “Multiverse”, e dos Sampladélicos com o músico Sílvio Rosado e o documentarista Tiago Pereira, que criaram uma performance audiovisual a partir das gravações de práticas musicais ou ambientes sonoros do Concelho de Loulé, nomeadamente das suas zonas rurais. Também na mesma linha de reflexão sobre a escuta do Concelho, os Boris Chimp 504 apresentam uma instalação sonora interactiva sobre o futuro do som em Loulé.

Tendo o Cine-Teatro Louletano como ponto central, o “Som Riscado” envolverá vários espaços da cidade nas suas actividades. Os passes para os 4 dias custam 10 euros por pessoa, se adquiridos até 29 de Março, passando, após essa data, para 15 euros. Os bilhetes diários (para os dias 1, 2 e 3 de Abril, pois as entradas no primeiro dia são à borla) custam 8 euros por pessoa, sendo que para maiores de 65 e menores de 30 anos o valor é de 5 euros.

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