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“Situação insustentável” no Hospital de Lagos

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O executivo da Câmara de Lagos aprovou uma moção em que manifesta “preocupação e repúdio” pelo que considera ser a “bem patente falta de qualidade na prestação de serviços de saúde que estão a ser dispensados aos utentes do Hospital de Lagos”.

A moção foi apresentada pela presidente da autarquia, a socialista Joaquina Matos, e aprovada por unanimidade, no decorrer da última reunião de Câmara, realizada na Quarta-feira, 17 de Agosto.

Entre os diversos motivos de queixa apresentados, constam os “inúmeros turnos em falta” na escala médica do Serviço de Urgência do Hospital. Joaquina Matos revela que, inclusivamente, “há dias em que o Serviço de Urgência só tem um médico” que, para além de atender os utentes que ali se dirijam, tem ainda de fazer “o acompanhamento dos doentes internados”.

Em face desta falta de profissionais de saúde, “os doentes têm esperado várias horas para o atendimento, sendo que muitos vão-se embora à procura de outras respostas”.

Nos últimos tempos, pode ler-se na moção, “ao contrário do reforço necessário e desejável para esta área, houve uma acentuada diminuição da capacidade de resposta aos cidadãos que dela necessitam”. Trata-se de “uma situação insustentável”, uma vez que configura uma “inadmissível negação do Estado no cumprimento da sua obrigação constitucional de garantir cuidados de saúde”.

Em face de tudo isto, presidente e vereadores da Câmara de Lagos exigem do Governo “medidas urgentes que promovam a contratação, dos profissionais de saúde necessários para colmatar o elevado número de utentes que não têm, em tempo útil, resposta nos serviços de saúde prestados no Hospital de Lagos”.

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