Incêndio às portas de Silves

O incêndio que deflagrou na sexta-feira a norte de Monchique continua a alastrar e, nesta altura, as principais preocupações dos operacionais viram-se para a zona de Silves, a cujas ‘portas’ as chamas já começaram a chegar.

Para além desta frente, há uma outra, na zona da Fóia, que também causa grandes preocupações às forças de combate, adiantou, esta noite, na habitual conferência de imprensa, Patrícia Gaspar, da Proteção Civil, que passou a ser a responsável operacional no terreno.

É para estas duas frentes que vai ser destacada a maior parte dos meios de combate humanos e materiais ao longo da noite, referiu Patrícia Gaspar.

Papel importante na estratégia definida é a que vão ter as 25 máquinas de rasto que se encontram disponíveis e que vão tentar abrir o máximo possível de caminhos para que os bombeiros possam atacar as chamas.

O combate ao longo das próximas horas vai ser feito por um total de 1.338 operacionais, apoiados por 427 veículos. Logo pela manhã, ao combate voltarão 13 meios aéreos.

Ao longo do dia, os bombeiros tiveram de combater outro incêndio, este na zona de Castro Marim, que, nesta altura, se encontra dominado e em fase de rescaldo.

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