Estado de emergência manda toda a gente para casa

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A partir de agora, e ao longo de 15 dias, a regra é que todos os portugueses permaneçam em casa.

Saídas, basicamente só para ir trabalhar, para assistência a familiares, para acompanhar menores em pequenos períodos de recreação, para passear animais ou para pequenos períodos de exercício físico.

A população de grupos de risco, com mais de 70 anos ou com doenças graves tem o especial dever de proteção, o que significa que apenas deve sair de casa em circunstâncias muito excecionais.

Só o deve fazer para ir comprar produtos essenciais, a unidades de prestação de cuidados médicos, a bancos, aos CTT ou para fazer pequenos passeios junto da sua área de residência.

A generalidade dos estabelecimentos comerciais é obrigada a encerrar, com exceção daqueles que vendem bens e produtos essenciais: supermercados, mercearias, postos de combustíveis e também quiosques.

Os restaurantes devem fechar ao público, mas podem manter-se em funcionamento nos sistemas de take away ou entrega ao domicílio.

Estas são as principais medidas decididas pelo Governo e anunciadas ontem à tarde pelo primeiro-ministro, António Costa, na sequência da aprovação, na quarta-feira, pelo Parlamento, do decreto do estado de emergência apresentado pelo presidente da República.

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