Prisão preventiva para suspeitas de homicídio

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Após terem sido ouvidas por um juiz no Tribunal de Portimão, ficaram em prisão preventiva as duas jovens suspeitas do homicídio e desmembramento do corpo de Diogo Gonçalves.

Em comunicado, o Ministério Público de Faro informa que uma das suspeitas sabia que o engenheiro informático de 21 anos de idade tinha recebido uma quantia de algumas dezenas de milhares de euros.

Com o objetivo de ficarem com esse dinheiro, no dia 20 de março “terão ambas ido a casa da vítima, situada na área de Silves, onde lhe terão dado disfarçadamente fármacos para a adormecerem e lhe terão apertado o pescoço até a matarem”.

Acrescenta-se que “há ainda suspeitas de, depois, terem retirado da casa vários objetos de valor, incluindo o telemóvel da vítima e terem-na levado no seu próprio carro até casa das arguidas, situada na zona de Lagos”.

Na manhã seguinte terão, alegadamente, cortado e desmembrado o cadáver e “guardaram-no em vários sacos de lixo que nos dias seguintes atiraram por uma arriba, em Sagres e esconderam na vegetação, em Tavira”.

Entretanto, ao longo desses dias, as mulheres, uma com a profissão de segurança e outra de enfermeira, terão ido fazendo levantamentos  e pagamentos com o cartão de débito e com o telemóvel da vítima”.

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