Obras na zona da Igreja Matriz de Portimão em risco

O arranque das obras a levar a cabo na zona envolvente à Igreja Matriz de Portimão pode vir a sofrer um adiamento de vários meses.

Isto, apesar da empreitada já se encontrar adjudicada e à espera de que o Tribunal de Contas dê luz verde para que possa iniciar-se.

No entanto, segundo afirmou a presidente da Câmara, Isilda Gomes, na sessão da Assembleia Municipal realizada no passado dia 12 de novembro, à autarquia chegou a informação de que a empresa que ganhou o concurso está em dificuldades financeiras, temendo-se que possa avançar para a insolvência.

Como tinha sido a única a participar no concurso, se esse cenário se confirmar, haverá um atraso muito significativo na realização dos trabalhos, uma vez que vai ter de ser lançado um novo procedimento concursal, ao qual poderão ou não apresentar-se empresas interessadas em fazer a obra.

A intervenção que está prevista para aquela zona prevê um investimento de cerca de 950 mil euros e inclui alterações ao nível do pavimento e dos passeios, a requalificação das infraestruturas existentes e a reorganização do estacionamento e circulação automóvel.

Baixa na coligação Portimão Mais Feliz

A nível político, a primeira sessão da Assembleia após a tomada de posse dos seus elementos, ficou marcada por uma baixa na coligação Portimão Mais Feliz (CDS/Nós, Cidadãos/Aliança), que tinha apostado em Luís Carito como candidato a presidente da Câmara.

Ângela Venâncio Quadros, que concorreu como nº1 da lista para a Assembleia Municipal, decidiu passar à condição de independente, rompendo, assim, com o movimento pelo qual foi eleita, que passa a ser constituído por apenas dois elementos.

Esta decisão pode ter a ver com o facto de, na sessão de tomada de posse, o seu nome não ter feito parte da lista conjunta que aquela coligação e o PSD tinham apresentado para a Mesa da Assembleia e que acabou derrotada.

A vitória coube à do PS, que, assim, elegeu a antiga vereadora Isabel Guerreiro como presidente daquele órgão.

Neste mandato, a Assembleia Municipal de Portimão conta com um total de 12 elementos do PS, cinco do PSD, três do Chega, dois da coligação Portimão Mais Feliz, dois do Bloco de Esquerda, uma eleita da CDU, uma do PAN e uma deputada independente.

Por inerência, também fazem parte deste órgão autárquico, com direito a voto, os presidentes das Juntas de Freguesia de Portimão, Alvor e Mexilhoeira Grande, todos do PS.

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