Rota do Petisco tem impacto financeiro de 1 milhão de euros

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Este ano, a Rota do Petisco andou por zonas geográficas mais abrangentes do que é hábito e envolveu os concelhos de Portimão, Lagoa, Lagos, Aljezur, Monchique e Silves. Para que isso fosse possível, desenvolveu-se em três etapas, as duas primeiras entre Maio e Junho, e a terceira, de 9 de Setembro a 9 de Outubro.

Este alargamento geográfico teve como resultado um considerável aumento do número de estabelecimentos participantes, cerca de 70 a mais do que no ano passado e, naturalmente, do número de passaportes e rotas vendidas.

Pelas contas do responsável máximo pela entidade organizadora, Luís Brito, a Rota gerou receitas directas de 660 mil euros. Somando a estas as indirectas, estima que “o impacto financeiro total seja de cerca de 1 milhão de euros.”

A alteração ocorrida este ano foi “gigante”, uma vez que fez com que a iniciativa se estendesse por muito mais tempo do que era habitual e ganhasse uma dimensão, a todos os níveis, maior.

No entanto, nesta altura, ainda não está decidido se o modelo vai manter-se no próximo ano. Essa é “uma possibilidade que está em cima da mesa” e que vai agora ser analisada pela entidade promotora, a Teia d’Impulsos.

Uma das vertentes da iniciativa é a Rota Solidária, que, admite Luís Brito, “ficou um bocadinho aquém das nossas expectativas.” Ainda assim, foi possível angariar, por esta via, cerca de 21 mil euros, que vão ser entregues a um total de 12 instituições de apoio social.

(Reportagem: Ricardo Coelho)

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