João Vasconcelos volta a ser o candidato do Bloco à presidência da Câmara de Portimão

O Bloco de Esquerda vai voltar a apresentar João Vasconcelos como candidato à presidência da Câmara de Portimão.

O homem que vao defender as cores bloquistas nas próximas autárquicas tem 65 anos, e foi eleito vereador em Portimão em 2013 e reeleito em 2017. No ano de 2015 foi eleito deputado à Assembleia da República pelo Algarve e reeleito em 2019. É sindicalista, pertenceu à Direção do Sindicato dos Professores da Zona Sul e do Conselho Nacional da FENPROF.

O Bloco de Esquerda também volta a apostar em Pedro Mota como candidato à presidência da Assembleia Municipal de Portimão. O atual chefe de bancada do partido naquele órgão autárquico tem 49 anos e é Técnico Comercial e Negócios dos CTT. Atualmente faz parte dos corpos sociais de uma IPSS e de duas associações socioculturais no concelho de Portimão. Aderente do BE desde 2006, desempenha cargos no secretariado da concelhia de Portimão e é membro da Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda.

Em comunicado, aquele partido criticam a gestão socialista no concelho e dizem que “a situação política no município bateu no fundo e é chegado o momento de devolver a dignidade, mas com qualidade de vida em Portimão”. 

O Bloco apresenta-se como “alternativa política, socialista e popular em Portimão, onde desenvolverá um combate implacável contra o pântano e a corrupção, contra o populismo extremista e as manobras políticas de direita, encapotadas umas, às claras outras. Mas a principal responsabilidade do marasmo, da indiferença, do clientelismo, dos atentados ambientais, do brutal endividamento municipal que continua a infernizar a vida de milhares de portimonenses e de centenas de empresas reside na gestão sem rumo e ao sabor dos interesses dos vários executivos do PS, ao longo de 45 anos, ininterruptamente”.

O programa do Bloco vai desenvolver-se em torno dos seguintes eixos estratégicos: “a emergência da resposta à grave crise que se abateu no concelho e, em particular, às necessidades sociais através do reforço das políticas sociais, mais e melhor habitação, no combate ao desemprego, à precariedade, à pobreza e exclusão social; a aposta no desenvolvimento local sustentável, melhor ambiente e na criação de emprego; a luta por uma melhor qualidade de vida e pela justiça fiscal; a aposta no desporto e na cultura como pilares da sociedade; a defesa intransigente das minorias e o combate à violência doméstica; a defesa do bem-estar animal; o rigor, a transparência absoluta e o combate intransigente a qualquer tipo de corrupção, e a participação e o reforço da democracia participativa”.

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