Bombeiros de Portimão têm conseguido apagar a maioria dos incêndios logo no ataque inicial

Comparando a realidade regional à nacional dá a sensação de que, este ano, a situação em termos de incêndios florestais no Algarve tem sido relativamente tranquila e que tem havido bem menos deflagrações do que em anos anteriores.

Isso, no entanto, não corresponde totalmente à realidade, pelo menos, no que diz respeito ao concelho de Portimão. Pelas contas do comandante daquela corporação, Richard Marques, a este nível, “estamos, mais ou menos, com o mesmo número de ocorrências que tivemos no ano passado.”

A razão para dessas deflagrações não tenham resultados grandes incêndios tem sido a rapidez e o combate musculado que é feito, o que leva a que quase todos os focos de incêndio “tenham sido dominados dentro do ataque inicial.”

Uma das excepções foi um incêndio recente que deflagrou durante a noite no Morgado do Reguengo, o qual exigiu a afectação de mais meios e o combate ao longo de várias horas, “mas a situação ao início da manhã estava completamente extinta e já em processo de vigilância activa.”

No que diz respeito a outro tipo de ocorrências, Richard Marques diz que “aquilo que nos tem preocupado mais são os acidentes rodoviários.”

Os Bombeiros de Portimão têm acorrido a um número maior de acidentes, muitos dos quais “com uma quantidade de feridos elevada, 5 ou 6, o que nos obriga a uma mobilização massiva de meios não só no âmbito da emergência médica, mas também das outras áreas de salvamento, como o desencarceramento e a eventual necessidade de combate a incêndios resultantes dos acidentes.”

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