Dirigente regional do PS propõe uma estratégia de excelência ambiental para o Algarve

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O presidente do PS Algarve, Luís Graça escreveu ao Primeiro-ministro e aos autarcas do Algarve sublinhando “a necessidade da região consensualizar com o Governo uma estratégia de excelência ambiental, com a consequente redução da pegada ecológica, incentivando a mobilidade elétrica, a eficiência energética e a valorização do imenso património natural do Algarve”.

O deputado socialista, que foi coordenador do grupo de trabalho criado na Assembleia da República para rever a legislação em matéria de prospecção e exploração de petróleo, realça “a evolução legislativa que foi alcançada nesta matéria, nomeadamente o reforço da transparência, do papel das autarquias e do rigor ambiental e confessa compreender o esforço que o Governo fez para não onerar os contribuintes portugueses com avultadas indemnizações para as companhias petrolíferas”.

Luís Graça recorda as decisões já tomadas pelo atual Governo que “anulou os contratos que o governo Passos/Portas assinou às escondidas das populações com o empresário Sousa Sintra para prospecção de petróleo em 70% do território do Algarve, assim como o fim do contrato da Repsol para a exploração de gás natural mas sublinha que mesmo que do ponto de vista jurídico o contrato com a Galp / Eni fosse válido do ponto de vista económico seria negativo para Portugal e particularmente mau para o Algarve”.

Este dirigente político mostra-se satisfeito pela decisão da ENI e GALP de abandonarem o processo de prospeção de petróleo ao largo de Aljezur, pois entende que “o nosso petróleo é o turismo e que este requer níveis ambientais de excelência incompatíveis com a exploração de petróleo”.

Daí que considere ser esse anúncio “uma boa notícia para Portugal e uma excelente notícia para o Algarve”. Resolvido este problema, defende que “devemos juntos dinamizar uma carta de excelência ambiental, com objectivos e metas temporais, consensualizando os mesmos com o Governo de forma a garantir sustentabilidade ecológica para a região e potenciar o contributo económico que o Algarve e o turismo atualmente já dá e pode ainda vir a dar a Portugal”.

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